sexta-feira, 29 de outubro de 2010

DIÁLOGO FESTIVO

Marta, algo que passa desapercebido nos estudiosos da racionalidade técnico-instrumental, no desencantamento do mundo... é a ausência das festas, hoje, capturadas num anonimato efusivo, porém evitativo dos encontros...


Reencantar a vida é também resgatar as potências das festas...

E viva a alegria e o amor... Beijos jorge


Sim Jorge, eu concordo.   A vida anda um bocado aprisionada nos automóveis, shopping centers, supermercados,  condomínios, câmeras, grades.   Festa do consumismo. Festa da babaquice. Festa da doença.  Festa do "não me toque". 

Claro,  há outras possibilidades, pois a vida intensa lateja, o jardim está aí aguardando as alegres festas. 

Por enquanto,  vou brincando...   Pronta para as festas, só as deliciosas e malucas festas. Viva!

beijo
Marta

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Feliz eleição Brasil!!!


Uma mulher na presidência do Brasil!!!
Isso é bom demais, minha gente.
DILMA 13


Rizoma de Blogs
Uzina - Utopia Ativa 


1 comentários:




Dilma 13,cresce a esperança...

Não podemos retroceder... o abismo é sombrio e fétido, cinzento... Que brilhem as estrelas... na esperança de nos lirbertar e construir um mundo de justiça, diversidade e paz... Um mundo verde-azul-rosa-vermelho- anil- violetas na calçada... E canto de passarinhos no ar...

Um mundo sem fome, sem violência...

De direito à diferença..

De magia e seresta,solidariedade e liberdade...

Dilma 13: mulher- guerreira na presidência...


Hasta la victoria... Beijos jorge

29 de outubro de 2010 09:41

Twitter

Voltando a usar o twitter

máquinas de guerra!


Alegria

A vida é uma festa!
AMOR FATI

O PENSAMENTO DE SARTRE POR ELE MESMO

Para Sartre a liberdade é o compromisso. É o engajamento. O ato.

O vídeo é muito bonito, mas as legendas em espanhol são péssimas e Sartre fala, claro, em francês! Mesmo sem entender nenhuma palavra, vale ver Sartre. Viva o Youtube!!!

AUSÊNCIA DE CORPO - NOVO CORPO

Daniel Lins
 O  corpo em Michel Foucault, Spinoza e Nietzsche

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

ESTÉTICA DA EXISTÊNCIA

Cláudio Ulpiano:
O que Foucault trouxe da Grécia?
Relação agonística de sí consigo próprio.
Produção de uma vida livre.

Uma vida bela.

CSO

Esse blog encontrou um caminho, um labirinto: o corpo sem órgãos e o plano de imanência 

"Encontre seu corpo sem orgãos, mas saiba fazê-lo, é uma questão de vida ou de morte, de juventude e de velhice, de tristeza e de alegria. É aí que tudo se decide!" Deleuze - Guattari

O QUE PODE UM CARINHO

JORGE BICHUETTI


"Um beijo
alimenta e renova
o corpo;
mas o deixa sem órgãos...
Já que o decompõe
e o torna mil fagulhas
de um fogo,
agora, fogo errante,
um dançarino no ar..."


Jorge Bichuetti



"Como fazer um corpo sem órgãos? desterritorializando-se, e assim, liberar-se o império dos órgãos... Devir enas multiplicidades novas expperimentar a vida com novos usos: a pele vê, sente e prevê...o silêncio fala e a palavra escuta... Ama-se com as vísceras... descobre-se com asas e com a capacidade serpentear..

Espaço liso: linhas de diferenciação, num novo território é fabricado e nele a alegria e os bons encontros, o desejo e a vontade de potência quebra muros e barreiras para viver na fronteira...num mergulho na arte e na magia...

Num existir metamorfoseante...

Beijos jorge





Deleuze & Guattari


“Será tão triste e perigoso não mais suportar os olhos para ver, os pulmões para respirar, a boca para engolir, a língua para falar, o cérebro para pensar, o ânus e a laringe, a cabeça e as pernas? Por que não caminhar com a cabeça, cantar com o sinus, ver com a pele, respirar com o ventre, Coisa simples, Entidade, Corpo Pleno, Viagem Imóvel, Anorexia, Visão Cutânea, Yoga, Krishna, Love, Experimentação. Onde a psicanálise diz: Pare, reencontre o seu eu, seria preciso dizer: vamos mais longe, não encontramos ainda nosso CsO Corpo sem Orgãos, não desfizemos ainda suficientemente nosso eu. Substituir a anamnese pelo esquecimento, a interpretação pela experimentação. Encontre seu corpo sem orgãos, mas saiba fazê-lo, é uma questão de vida ou de morte, de juventude e de velhice, de tristeza e de alegria. É aí que tudo se decide.”

Deleuze - Guattari - Como criar para sí um corpo sem órgãos - Mil Platôs - Vol. III


DEVIR MULHER - DEVIR ARTE - PINTAR, BORDAR E AMASSAR

Para os devires-mulher













DEVIR BICHO

Rolnik: Arte cura?





A CASA É O CORPO

O signo, a repetição e a diferença

" O signo é um efeito, mas o efeito tem dois aspectos: um pelo qual, enquanto signo, ele exprime a dissimetria produtora; o outro, pelo qual ele tende a anulá-la. O signo não é inteiramente a ordem do símbolo; todavia, ele a prepara, ao implicar uma diferença interna (mas ainda deixando no exterior as condições de sua reprodução).
A expressão negativa "falta de simetria" não nos deve enganar: ela designa a origem e a positividade do processo causal. Ela é a própria positividade. Para nós, o essencial, como é sugerido pelo exemplo do motivo de decoração, é desmembrar a causalidade para nela distinguir dois tipos de repetição, sendo, um deles, concernente apenas ao efeito total abstrato e, o outro, à causa atuante. O primeiro tipo é uma repetição estática, o segundo é  uma repetição dinâmica. O primeiro resulta da obra, mas o segundo é como a "evolução" do gesto. O primeiro remete a um mesmo conceito, que deixa subsistir apenas uma diferença exterior entre os exemplares ordinários de uma figura; o segundo é repetição de uma diferença interna que ele compreende em cada um de seus momentos e que ele  transporta de um ponto relevante a outro. Pode-se tentar assimilar estas repetições  dizendo-se que, do primeiro ao segundo tipo, é somente o conteúdo do conceito que muda, ou dizendo-se que a figura se articula distintamente. Mas isto seria desconhecer a ordem respectiva de cada repetição, pois, na ordem dinâmica, já não há conceito  representativo nem figura representada num espaço preexistente. Há uma Idéia e um puro dinamismo criador de espaço correspondente."

Gilles Deleuze - Diferença e Repetição

AMOR ROMÂNTICO

" À inacessibilidade do ser amado cantada em verso e prosa pela literatura soma-se assim a inacessibilidade do ideal: verificando que não podemos corresponder àquilo que ele exige, tentamos de mil maneiras contornar essa impossibilidade, sempre sem sucesso: o resultado são vivências de fracasso e de angústia – e para nos proteger delas, entram em cena as defesas com que conta a nossa estrutura psíquica: negação, cisão, projeção, recalque...

Todas elas visam em primeiro lugar a evitar o confronto com uma dolorosa impossibilidade: a de se fundir por completo com o ser amado, numa totalidade perfeita que no limite faria ambos desaparecerem como indivíduos. Cabe aqui notar, como faz Sophie de Mijolla, que o termo “fusão” significa tanto união como combustão: o “fogo do amor” acabaria por derreter os parceiros, como na história do Soldadinho de Chumbo. Ora, o ideal da fusão se choca com o fato de que o outro tem sempre um “lado de dentro”, uma interioridade que permanece desconhecida para seu amante – e que deve permanecer desconhecida, para assegurar um espaço psíquico de privacidade e segredo sem cuja existência o indivíduo soçobra na loucura.

Do fato de que o outro jamais me é transparente nasce o grande tormento do amor – o ciúme. Se aquele é vivido como conquista e posse de um objeto que sempre corremos o risco de perder, é inevitável que o tentemos controlar – e inevitável que fracassemos nesta tentativa, porque não se pode dominar o futuro."
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" Para que a razão possa se exercer, contudo, ela precisa ser alimentada com o conhecimento, no caso o conhecimento sobre o que se oculta sob a expressão aparentemente inofensiva “amor romântico”. Há outras espécies de amor, nas quais o desequilíbrio entre os parceiros não é a regra – e por isso mesmo são mais duradouras e menos geradoras de sofrimento. Mas para as descobrir e viver, é preciso ter deixado para trás as exigências infantis de completude e de transparência integral do outro. É preciso renunciar à ilusão de que ele pode ser controlado pela nossa vontade, e reconhecer que ele também é um sujeito, com contradições e insuficiências semelhantes àquelas de que nós mesmos padecemos.

Difícil? Certamente. Mas não impossível. Pois, como diz Espinosa ao concluir sua Ética: “certamente deve ser árduo o que tão raramente se encontra. Mas tudo o que é precioso é tão difícil quanto raro.”


CURA

"Se a repetição nos adoece,  é ela também que nos cura." 
Deleuze




terça-feira, 26 de outubro de 2010

Joana Francesa


Jeane Moreau em Jules e Jim
Chico Buarque e Fagner
"Quem me enfeitiçou, o mar me arrebatou ..."

Devir Mulher - Intensas e Descontroladas

Loucas, maravilhosas